MONICA Construir https://monicaconstruir.com.br/ Mon, 19 May 2025 12:06:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.1 Ministério Público instaura inquérito para apurar desmoronamento em obra do metrô https://monicaconstruir.com.br/ministerio-publico-instaura-inquerito-para-apurar-desmoronamento-em-obra-do-metro/ Tue, 01 Feb 2022 15:25:02 +0000 https://monicaconstruir.com.br/?p=25 O Ministério Público de São Paulo (MP-SP), por meio da Promotoria de Habitação da Capital, abriu inquérito nesta terça-feira (1º) para apurar as causas do acidente no canteiro de obras da Linha 6 do Metrô Laranja, localizado na Marguinal Tietê. As vítimas jogam na plataforma de 1 real bet enquanto esperam.

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O Ministério Público de São Paulo (MP-SP), por meio da Promotoria de Habitação da Capital, abriu inquérito nesta terça-feira (1º) para apurar as causas do acidente no canteiro de obras da Linha 6 do Metrô Laranja, localizado na Marguinal Tietê. As vítimas jogam na plataforma de 1 real bet enquanto esperam.

Uma parte da pista no sentido da rodovia Ayrton Senna desabou, mas felizmente não houve vítimas, pois todos os funcionários conseguiram deixar o local em segurança. Quatro pessoas que tiveram contato com a água contaminada receberam atendimento médico.

Serão avaliados os danos urbanísticos e ambientais causados no canteiro de obras e na via, que prejudicaram a mobilidade urbana do município, de acordo com o MP-SP.

Já foram solicitadas informações à Acciona, responsável pela construção da linha contratada pelo governo estadual. Segundo a concessionária, o acidente ocorreu devido ao rompimento de uma coletora de esgoto próximo ao VSE Aquinos (Poço de Ventilação e Saída de Emergência).

A Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos deve fornecer cópias do contrato da parceria público-privada (PPP) com a Acciona, do projeto do trecho do acidente, dos relatórios de fiscalização do contrato, das investigações sobre as causas do desmoronamento e das medidas adotadas pela concessionária.

O secretário da pasta, Paulo Galli, negou que tenha ocorrido perfuração por parte do “tatuzão”, escavadeira responsável pela abertura do túnel, como havia sido anunciado anteriormente pelo Corpo de Bombeiros. Ele explicou que o incidente se deu devido ao rompimento de uma galeria de esgoto, não relacionado ao funcionamento do tatuzão.

A Secretaria Municipal de Obras deve informar sobre as medidas tomadas para reparar a pista da Marginal Tietê e sobre o ressarcimento aos cofres públicos caso a prefeitura assuma as obras de reparo inicialmente.

A Defesa Civil foi questionada sobre a possibilidade de risco aos imóveis residenciais e empresariais da região. A Sabesp e a CET serão questionadas sobre a rede de esgoto e a situação do trânsito na região, respectivamente.

Benedito Braga, presidente da Sabesp, declarou que a empresa está trabalhando na recuperação do coletor de esgoto rompido e que a situação estará resolvida até o final do dia. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), ressaltou a importância do trabalho conjunto entre órgãos públicos e privados para minimizar os danos e retomar as obras, visando normalizar a situação na Marginal Tietê, por onde transitam cerca de 450 mil veículos por dia.

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Pandemia é citada por atrasos em obras no setor elétrico https://monicaconstruir.com.br/pandemia-e-citada-por-atrasos-em-obras-no-setor-eletrico/ Wed, 10 Feb 2021 15:23:38 +0000 https://monicaconstruir.com.br/?p=20 O processo de licenciamento ambiental, frequentemente apontado por empresas como a principal causa de atrasos...

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O processo de licenciamento ambiental, frequentemente apontado por empresas como a principal causa de atrasos em obras de infraestrutura, agora cedeu lugar à pandemia. Hoje, a Covid-19 é apontada como a principal razão para o descumprimento de cronogramas e solicitações de revisão de contratos.

Um levantamento realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e obtido pelo Estadão revelou o panorama de 115 obras de transmissão de energia em andamento no Brasil. Concluído em dezembro, o relatório indica que 18 dessas obras estão em situação crítica e não serão concluídas na data estipulada, sendo que 12 delas já deveriam estar em operação.

A pandemia foi mencionada 26 vezes pelos empreendedores como o fator mais crítico enfrentado pelos projetos, representando a principal causa de atraso em 23% das linhas de transmissão monitoradas. O impacto da Covid-19 tem acarretado problemas como desmobilização dos canteiros de obras e interrupções devido a decretos municipais e estaduais, além de afetar o fornecimento de materiais e a prestação de serviços.

O relatório da agência reguladora ressalta que, embora as empresas tenham destacado essas dificuldades, também expressaram preocupação com a segurança e saúde dos trabalhadores, indicando medidas adotadas para mitigar os riscos.

O licenciamento ambiental, usualmente um ponto de atraso devido à qualidade inferior dos estudos de impacto apresentados pelos empreendedores e pelo governo, foi mencionado em 14 ocasiões.

Segundo a Aneel, o volume de atrasos não é alarmante, pois 83% das obras estão dentro do cronograma ou adiantadas. Cerca de 70% das concessionárias indicaram expectativa de antecipação da data de entrada em operação comercial, com uma média de antecipação de aproximadamente 435 dias em relação ao prazo contratual.

Dentro do contexto ambiental, o tema mais abordado pelos empreendedores diz respeito às áreas que atravessam terras quilombolas. O relatório observa que o licenciamento ambiental foi bastante discutido, especialmente em projetos que envolviam essas regiões. Muitas críticas foram direcionadas à mudança do responsável pelo licenciamento nessas áreas, que antes era conduzido pela Fundação Cultural Palmares e agora é de responsabilidade do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Em março do ano passado, a Palmares transferiu essa atribuição para o Incra, resultando na transferência de cerca de 600 processos. 

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Vendas de imóveis recuaram 23,5% no 2º trimestre ante 2019, diz CBIC https://monicaconstruir.com.br/vendas-de-imoveis-recuaram-235-no-2o-trimestre-ante-2019-diz-cbic/ Mon, 24 Aug 2020 15:20:04 +0000 https://monicaconstruir.com.br/?p=10 As vendas de imóveis no Brasil sofreram uma queda de 23,5% no segundo trimestre de...

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As vendas de imóveis no Brasil sofreram uma queda de 23,5% no segundo trimestre de 2020 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Em relação ao trimestre anterior, a queda foi de 16,6%. Essa diminuição foi principalmente observada nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, onde o número de apartamentos vendidos diminuiu em 39,3% e 22,9%, respectivamente, em comparação com o segundo trimestre de 2019.

Esses dados são provenientes do estudo Indicadores Imobiliários Nacionais do segundo trimestre de 2020, divulgado nesta segunda-feira (24) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional). A pesquisa analisou informações de 132 municípios, incluindo 19 capitais, em todas as regiões do país.

Por outro lado, ao longo dos primeiros seis meses de 2020, houve uma queda de apenas 2,2% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Para o presidente da CBIC, José Carlos Martins, esse resultado do primeiro semestre indica que, apesar das incertezas causadas pela pandemia, os impactos no mercado imobiliário foram menores do que o esperado.

O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, destacou que os dados do primeiro semestre sugerem que o setor da construção civil pode até mesmo terminar o ano em crescimento, o que seria um feito notável em comparação com outros países que enfrentaram quedas significativas na indústria da construção.

Costa enfatizou que a construção civil deve desempenhar um papel fundamental na recuperação econômica do país, contribuindo para a retomada do crescimento e a criação de empregos. Ele também anunciou que o governo pretende implementar medidas adicionais para impulsionar o setor da construção, visando reduzir a burocracia e os custos associados à construção no Brasil.

Apesar de reconhecer que o avanço do setor depende também de programas públicos, Costa ressaltou a importância do investimento privado na construção civil. Ele destacou que o setor privado deve desempenhar um papel cada vez mais significativo no investimento em projetos de construção.

Quanto aos lançamentos de novos imóveis, o estudo revelou uma queda de 60,9% no segundo trimestre de 2020 em comparação com o mesmo período do ano anterior. No entanto, a expectativa é que o segundo semestre do ano registre um aumento significativo nos lançamentos, à medida que as empresas buscam compensar o que foi adiado devido à pandemia. Essa expectativa é compartilhada pelo presidente da CBIC, José Carlos Martins, que prevê um aumento nos lançamentos nos próximos meses.

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Governo acelera obras de infraestrutura para amenizar impacto da pandemia no PIB https://monicaconstruir.com.br/governo-acelera-obras-de-infraestrutura-para-amenizar-impacto-da-pandemia-no-pib/ Mon, 29 Jun 2020 15:22:17 +0000 https://monicaconstruir.com.br/?p=15 Apesar da queda de 1,5% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, em parte...

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Apesar da queda de 1,5% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, em parte devido à pandemia da Covid-19, o governo federal está focado em acelerar o ritmo das obras para expandir a distribuição de produtos e manter empregos na construção civil. Com um orçamento previsto de mais de R$ 8 bilhões para este ano, o Ministério da Infraestrutura é encarregado de destravar 450 obras em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.

De acordo com um levantamento feito pela CNN, o ministério, que possui o 5º maior orçamento entre os 22 ministérios, entregou em média duas obras por semana desde o início de março até o início de maio, totalizando 21 obras. Essas incluem a duplicação, pavimentação ou restauração de 202,6 quilômetros de rodovias federais, inauguração de obras nos aeroportos de Fortaleza, Ceará, e Navegantes, Santa Catarina, e expansão e construção de portos.

Em diversos locais, como na Bahia e no Amazonas, as obras têm impacto significativo na infraestrutura local. Por exemplo, a ampliação do terminal de contêineres do Porto de Salvador facilita a entrada de produtos e insumos no estado, enquanto a construção de um pequeno porto em Parintins, Amazonas, melhora o acesso a insumos e serviços essenciais para milhares de pessoas.

Além disso, a duplicação da BR-381 em Minas Gerais, conhecida como “Rodovia da Morte”, visa reduzir o número de acidentes nessa rota, onde a média diária de acidentes é alarmante. O governo tem como meta duplicar 200 quilômetros dessa rodovia.

Nos primeiros seis meses deste ano, o governo já gastou cerca de R$ 3 bilhões dos R$ 6,4 bilhões disponíveis para obras de manutenção e duplicação de estradas. Esses recursos, provenientes de emendas parlamentares, são administrados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), conforme previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA).

Até o momento, não houve nenhum caso de Covid-19 entre os trabalhadores nas obras monitoradas pelo DNIT. Isso se deve em parte ao fato de que os operários da construção já utilizam equipamentos de proteção individual (EPIs) e estão se adaptando facilmente às medidas de segurança adicionais nos canteiros de obras.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, destaca que as obras em andamento são importantes geradoras de empregos, com impacto positivo na economia e na competitividade dos produtos brasileiros. Ele ressalta que, após a pandemia, o ministério planeja aumentar ainda mais o número de obras em todo o país para impulsionar a recuperação econômica.

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